O caso para instrução patriótica

Tenho minhas dúvidas sobre a América. Uma vez que católico, minha primeira lealdade é para com uma fé que antecede e promete persistir mais que nossa República, que foi desfavorecida durante grande secção de nossa história e pode estar fadada ao desfavor mais uma vez. O anticatolicismo americano está longe de ser o pior mal da história desta pátria, mas ainda assim incute uma obrigação peculiar de levar a sério as críticas à nossa legado anglo-liberal-protestante, quer venham de radicais, tradicionalistas ou de ambos.

Mas quando se trata de apresentar a história americana aos meus próprios filhos americanos, nenhum ainda com mais de 10 anos, percebi que estamos dando a eles uma instrução bastante patriótica: viagens ao campo de guerra em Concord; livros uma vez que “Johnny Tremain” e as biografias dos d’Aulaires de Abraham Lincoln, Benjamin Franklin e Pocahontas; e leituras encantatórias de “Paul Revere’s Ride”.

O dos livros favoritos de meu fruto é o relato da missão de Lewis e Clark que combina trechos de diários com ilustrações vívidas. Laura Ingalls Wilder pode ter sido cancelada há alguns anos, mas ela é uma figura literária dominante para nossas filhas. “God Bless the USA” de Lee Greenwood toca em nossa minivan, e quando minha filha mais velha tenta lucrar argumentos declarando: “Eu sou o americano livre!” Eu deixei a asserção permanecer, em vez de respondê-la com críticas católicas ao individualismo liberal.

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